A vida é só isso mesmo?

[21:19 p.m.]

Nesse exato momento, estou sentada sozinha em meio a várias mesas cheias e barulhentas em uma lanchonete. Nutro no coração a expectativa das férias que estão a 24 h de distância depois de um dia cansativo de estágio, vistas de provas e trabalhos. O peso da correria das últimas semanas do ano na faculdade pesam nos ombros e me questiono “a vida é só isso mesmo?” Trabalhar. Estudar. Comer. Dormir. Estressar?

Encosto-me na cadeira e a resposta vem sussurrante como um vento fresco em um dia quente de verão: “Não. Não é só isso.”

A memória, às vezes tão falha, faz questão de trazer diante dos meus olhos à letras garrafais os versículos da primeira carta de Pedro: 

“[…] Portanto, durante o resto da vida de vocês aqui na terra tenham respeito a Ele. Pois vocês sabem o preço que foi pago para livrá-los da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. Esse preço não foi uma coisa que perde o seu valor como o ouro ou a prata. Vocês foram libertados pelo precioso sangue de Cristo, que era como um cordeiro sem defeito nem mancha.” 1Pedro 1:17-19 NTLH

Com grande alívio no coração, lembro que Jesus pagou o preço não só para que eu tivesse salvação eterna, mas também para que eu fosse salva de mim mesma, hoje. Todos os dias. Mesmo que a vida que aprendo no mundo seja tão frívola e cheia de tantas inutilidades, Ele me deu sentido eterno. Meus dias, minhas vontades, meus propósitos, meu sonhos. Tudo está na norma operacional básica de 1 Coríntios 10:31: Quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.

Fui criada pra isso. Pois sou dEle, por Ele e para Ele.

Fecho meu momento de imersão em um mundo muito mais real do que aquele a minha volta, lembrando as palavras do bom e velho sábio Salomão:

” ‘Tudo sem sentido! Sem sentido!’, diz o mestre. ‘Nada faz sentido! Nada faz sentido!’

Eclesiastes 12:8

“Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem.”

Eclesiastes 12.13

Confirmo em meu coração: Que minha corrida no mundo não seja louca e inútil. Tenho um motivo pelo qual acordar todas as manhãs e esse motivo me leva a viver uma vida leve, que faz questão de obedecer ao escrito em Mateus 11.28, entregando a Ele diariamente toda sobrecarga e recebendo de volta um fardo leve e suave, encontrando assim, o tão almejado descanso – e verdadeiro – para a alma.

 

VOU LANÇAR UM LIVRO | Como, onde, porquê | Sinopse

É isso mesmo que você leu ali no título. Passei de leitora voraz para leitora voraz e escritora iniciante porque não existe escrever sem ter um amor profundo pela leitura, óbvio.

Tudo começou tempos atrás, desde os cinco anos de idade, quando um de meus passatempos prediletos era inventar estórias. Criava um personagem para cada dedo das mãos e me divertia ao conversar com eles debruçada sobre a janela. Um sinônimo de alegria: encontrar cadernos velhos em casa. Cada página intocada fazia os olhos brilharem e lá ia eu, rabiscá-las uma por uma com minha imaginação pipocante valia até (e continua valendo) inventar novas palavras. O amor pela escrita + leitura caminhou comigo por toda infância e alcançou a adolescência. Na antiga quinta série, a professora de língua portuguesa me emprestou um livro chamado “Amigos Secretos” da Ana Maria Machado e desde então, passei a cultivar uma paixão profunda por livros de ficção e romance.

Desde os doze até hoje, já li inúmeros livros. Foram esses companheiros que voltaram a despertar meu coração de garota lá pelos quinze anos, a escrever sobre o que me afligia e colocar pra fora o que minha mente produzia sem parar. Minhas tardes em 2010 foram marcadas por inúmeras histórias digitadas no Word e alguns blogs que não sobreviveram para contar história. Em 2013, já redimida pelo amor de Jesus (e não mais adolescente) li um livro para meninas cristãs em um blog e fiquei apaixonada. Ainda não havia lido nenhum romance cristão e tive meu coração terrivelmente fisgado, haha. Naquela época, resolvi transformar uma antiga história que havia começado a escrever. Pulei de um romance que tinha o foco no relacionamento romântico para um que possuía como objetivo o relacionamento entre Deus e a personagem principal.

Interrompi a escrita por um pouco mais de um ano e meio e ano passado senti a direção de Deus para retornar. Trabalhei de forma intensa e finalizei-o em julho deste ano. Escrever esse livro foi de fato um grande presente de Deus pra mim. Eu não esperava. Não estava mais em meus planos há tempos, esse sonho tinha se enterrado na adolescência. Mas Deus veio e tirou toda terra e poeira que o envolvia e entregou-o a mim, limpo, vivo e brilhante. Chegou como um chamado do Senhor, algo pelo qual meu coração queimava – e queima – de alegria. Em cada palavra escrita eu percebia o Pai guiando o processo, me incomodando a alterar cenas, tirar algumas, acrescentar outras… O Senhor despertou em mim o desejo de ser usada por Ele em mais uma área da minha vida e eu serei eternamente grata. Escrever me traz alegria e leveza, faz parte do propósito eterno de Deus pra mim.

Eu adoro trabalhar com adolescentes e discipular e cuidar e puxar orelha e amar muito cada um deles. Muito do que escrevo conversa com essa faixa etária e o livro nasceu com foco neles, porque sentia falta de livros cristãos nacionais voltados para essa galerinha. Meu desejo é que com o livro “Uma Viagem Nem Um Pouco Sonhada” eles sejam tocados e inspirados a viver uma vida próxima de Deus. Certo dia, buscando a Jesus para saber se de fato este era o desejo dEle para minha vida, ouvi-O dizer que o que vivi em minha adolescência não foi em vão. Escrevi esse livro muitas vezes pensando em mim aos quinze anos e no que precisaria ter lido naquela época. Não sou capaz de voltar no tempo, mas posso hoje abençoar a vida de inúmeras meninas e meninos que lerão a história da Betina e quem sabe, ser instrumento de Deus para que eles conheçam Seu amor.

O lançamento está previsto para fevereiro e você poderá adquirir tanto comigo, quanto pelo site da editora Upbooks (visite aqui). Em breve divulgo local, dia e horário do evento… Já adiantando que para o pessoal de São Paulo, vai ter lançamento aí também!

E antes de colocar a sinopse, só queria deixar o último recadinho: Deus te muniu de dons e talentos que devem ser usados para a glória dEle. Não desperdice o que Ele te deu somente em seus sonhos, mas aprenda quais são os sonhos do Pai para sua vida e mergulhe nisso. Você não vai se arrepender.

Sinopse:

Shopping. Cinema. Piscina. Praia. Festas do Pijama regadas a muito brigadeiro. Tudo isso estava na lista de coisas essenciais para as férias de verão perfeitas de Betina, uma carioca de 15 anos super descolada. Criada numa família cristã, vai à igreja desde a barriga da sua mãe. Mesmo assim, Betina não leva a fé muito ao pé da letra e vive a vida da maneira que acha melhor. Ela e suas duas melhores amigas, Beca e Luca, planejaram as férias por meses. O que não estava nos planos de Betina, porém, era que sua mãe viesse não com a proposta e sim com a informação de onde toda a família passaria as férias de janeiro: na casa da prima Zuleide, numa cidadezinha de interior que cheirava a esterco chamada Gruta Alta. A menina retrucou, chorou, esperneou… Mas nada foi suficiente para fazer a Dona Gláucia mudar de ideia, porque essa quando põe algo na cabeça… Sai de baixo! Betina que o diga. O jeito então foi arrumar as malas e partir rumo à roça. Mas para que a mãe não achasse que Betina se deu por vencida, a garota de opinião firme estava determinada a passar as férias inteiras trancada no quarto com cara de poucos amigos. Ela só não podia imaginar que as duas primas bregas até o último fio de cabelo que conhecera na infância, estariam tão mudadas. Nanda e Sissa eram bonitas por fora e principalmente, por dentro. Através delas, Betina conheceu uma galera pra lá de diferente que não só tirou seu desgosto com a viagem, como também marcou sua vida para sempre — até a eternidade.

***

Você pode ler um pouquinho do primeiro capítulo no Wattpad: https://www.wattpad.com/story/88980415-uma-viagem-nem-um-pouco-sonhada

God Bless You!

{Resenha} Série Selena – Robin Jones Gunn

Algum tempo atrás escrevi um post aqui no blog falando sobre uma série de livros que conquistou meu coração: a Série Cris (leia aqui), escrita pela Robin Jones Gunn. Depois de ler os doze livros, procurei outras obras da autora e então descobri que a Robin tem um gosto especial por escrever longas séries. O interessante é que a maioria delas estão ligadas de alguma forma, há personagens comuns a todas. E é claro, que o ponto de partida é sempre a partir da primeira série, a da Cristina Miller.

Hoje vou falar um pouquinho da Série Selena, a que vem logo após a da Cris. É composta por também doze livros muito bem construídos em torno da adolescência de uma menina de espírito livre e belos cabelos cacheados chamada Selena.

Selena conheceu Cris e sua melhor amiga Katie, em uma viagem missionária para a Europa (que é onde se passa o último livro da série Cris) e na volta pra casa, no aeroporto, conhece um rapaz chamado Paul que vai perturba lhe o coração. Paul é filho de pastor, mas não leva a vida com Deus a sério e Selena não perde a oportunidade de falar a ele sobre Jesus. O interesse dela pelo menino dos olhos azuis cinzentos permeia toda a história e traz grandes surpresas e algumas decepções. Selena desembarca no estado do Oregon, nos Estados Unidos e vai para a casa da avó May: onde será seu novo lar. Ela morava no interior da Califórnia antes da viagem missionária, mas por conta das condições de saúde da avó que morava sozinha, toda a família se muda para a casa em estilo vitoriano construída pelo já falecido avô de Selena. A história inicia-se então, em torno da mudança de realidade, colégio e amizades de Selena.

Afinal largou o papel. Não lhe adiantaria nada ficar “sonhando” com Paul. Já fizera isso antes e só servira para deixá-la com uma profunda ansiedade que não poderia satisfazer. Não queria sentir isso de novo. Bem no fundo do coração, sabia que queria seu amor focalizasse em Deus, o único que poderia dar-lhe toda a satisfação que desejava. Não queria mais viver ao sabor das emoções, em que as fantasias e imaginação aniquilavam a realidade.

[Livro 10 – Vá em Frente, Selena!

 

Como era de se esperar, os livros são muito bem escritos e trazem inúmeros elementos preciosos, cheios de valores do Reino. Selena é uma adolescente cristã como qualquer outra, que tem dificuldades em ler a bíblia, se interessa por garotos, passa por conflitos nas amizades e tem de lidar com as dificuldades na escola. A personagem é muito sincera e totalmente cheia de opinião e independente mesmo aos 16 anos.

Assuntos como relacionamentos em família e com o sexo oposto, serviço a Deus, trabalho missionário, pregação do evangelho aos amigos próximos  permeiam a história.

Bom, apesar de ser uma ótima série e trazer reflexões fantásticas sobre a vida e tudo o mais, eu achei que a autora se demorou muito e no final, a história, pelo menos pra mim, ficou um pouco cansativa. É um enredo muito bom, mas que não considero melhor que a Série Cris. Porém, eu entendo que a autora teve um objetivo ao demorar-se tanto em alguns assuntos e na história em geral. Os livros são para edificação da galera adolescente, então ela foi trabalhando aos poucos e muito cuidadosamente nesses elementos e verdades bíblicas.

 

Você é como aquela flor amarela, destacando-se no meio de tudo, contrastando com tudo que é medíocre. Suas palavras são como um vibrante toque de clarim, num mundo cheio de vidas pálidas e espinhentas. E sabe o que mais? No dia em que a conheci, eu disse algo que agora vou repetir: não mude nunca, Selena!

Com carinho, Paul.

[Livro 11 – Mais Perto que Nunca]

Vale a pena ler e ser edificado pela escrita tranquila e envolvente da Robin Jones. Li em um blog que foi lançado o 13° livro da série Selena, mas não consegui encontra-lo na internet. Eu li todos os livros em PDF e já procurei para comprar, mas no Brasil ainda não foram republicados. As capas, como podem ver pela foto do post, são bem estilo anos 2000. Nos Estados unidos a série foi relançada recentemente, e aguardo ansiosamente o dia que os livros da Robin vão ganhar cara nova aqui no Brasil também! (e enfim, vou poder comprar os livros físicos!)

 

God Bless You!

Restaurando o foco 

Escrever sobre o que eu vivo e as experiências que tenho me ajuda a entender mais sobre o mundo aqui dentro de mim e a ver com mais clareza as situações da vida. Coisas que escrevi anos atras, hoje me ensinam. E isso não é incrível?! Recordar quem eu era e que emoções e objetivos meu coração guardava em determinada época e poder analisar onde mudei e como isso se deu, é um exercício maravilhoso. Hoje não foi um daqueles dias em que peguei uma xícara de nescau, cruzei as pernas no sofá e fui ler uma pilha de arquivos ou agendas passadas. Na verdade, acontecei por acaso, enquanto rolava as lembranças do facebook, me deparei com um texto escrito em 2013. E ah, como ele faz total sentido no que tenho vivido agora!

Então chega de papo e partiu conversar um pouquinho sobre o que aprendi três anos atras e que é um assunto que continua precisando de toda atenção: vamos falar sobre foco?

***

Em nossa caminhada cristã, algumas vezes passamos por situações em que nos vemos sem foco, as coisas parecem que não andam, nossos ministérios fluem pouco ou quase nada… Mas, uma coisa que nós, servos de Deus, precisamos entender é de que desde quando entregamos nossas vidas ao Senhor, Ele a conduz em todos os aspectos. Temos a triste tendência de achar que só numa área ou em outra que Deus age, mas não, se a nossa vida é dEle, cada cantinho dela vai ser alvo da Sua observação cuidadosa. Quando o coração desanima e a chama ameaça apagar, nós precisamos encontrar o foco que foi perdido e mantê-lo firme em nossas vidas, porque afinal..

“Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: “Este é o caminho; siga-o” Is 30.21

Quando deixamos o controle das nossas vidas nas mãos de Deus, Ele nos conduz para onde o Seu coração quer nos levar. E como nesse versículo de Isaías diz, Ele nos dará as instruções corretas para o caminho que Ele mesmo fez para que andássemos. A Obra é dEle, as vidas são dEle, tudo é dEle, então precisamos ter fé pra seguir aquilo que Ele nos manda. Às vezes as coisas parecem não andar porque nós simplesmente estamos ignorando a voz de Deus em meio a tantas “vozes” que ouvimos todos os dias.

Você pode me perguntar: Mas como ouvir a voz de Deus e/ou prestar atenção naquilo que Ele fala? Mantendo um relacionamento pessoal com Ele. Não é ficar só pegando a rebarba do que Ele fala com os outros, e sim buscar a Ele pra saber o que Ele tem pra VOCÊ. E isso só vem quando ocorre uma entrega total, que te leva a ler bastante a Palavra, conhecer Seu Deus através das Escrituras, orar como nunca antes, jejuar.. tudo isso juntamente com um coração quebrantado a aberto ao agir dEle.

Estabeleça metas, restaure o foco em sua vida, busque a Deus e confie que onde quer que você vá, seja pra direita ou pra esquerda, Deus vai te mostrar o caminho, você só precisa estar atento à Sua voz. O maior interessado em ver sua vida fluir é Ele. Não perca tempo, corra para os braços dEle hoje e veja mais uma vez, quão incrível é ouvir o Pai dizer “Esse é o caminho. Siga-o.”


Deus abençoe

Quando o Rei não quer adoração

Num país muito, muito distante e há muito, muito tempo atrás, houve um povo que amava muito seu rei. Ele era um bom rei, talvez o melhor de todos os tempos, e eles eram um povo muito bom e que tinha muito potencial. O rei tinha muitos planos para seu povo e pediu que eles fizessem algumas coisas. No início, todos do reino estavam empolgados e fizeram tudo que o rei pediu, mas depois de um tempo eles cansaram de fazer o que o rei pediu porque não viram muitos resultados e descobriram outras coisas que eles acharam melhores e que podiam ser feitas em nome do rei. Ao invés de trabalhar ou ir para a escola, eles dançaram e fizeram cânticos. O tema sempre era o mesmo; tudo era sobre o rei. Como eles amavam seu rei. Não tinha cânticos suficientes para cantar sobre seu rei. Nunca era demais cantar sobre ele.

Um dia o rei estava passeando no seu reino e, por onde ele olhava, via pessoas dançando e cantando sobre ele. O rei achou legal no início, até ver a bagunça que seu reino tinha se tornado. Nada estava no lugar certo e nada estava sendo feito do jeito que ele tinha pedido. E quando ele desceu do seu cavalo, ao invés de se prostrarem diante dele e beijar seu anel, as pessoas começaram a puxar suas mãos pedindo que ele dançasse com eles. Ele puxou suas mãos de volta e, irritado, foi à direção do seu castelo com uma promessa, que nunca ia voltar para aquele povo que não fez o que ele pediu e não tratava ele como rei, mas como uma pessoa qualquer. E, além disso, ele ia mandar uns dos seus soldados para ensinar a eles o que é reverência e obediência. Mas o povo não sabia nada disso, pois quando o rei saiu, eles não entenderam por que ele não ficou. Será que ele não gostou dos seus cânticos? Será que ele não gosta de dançar?

 E bem aí nós nos achamos hoje em dia na igreja. Uma igreja “apaixonada” pelo Rei, mas que não faz nada do que ele pede. “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os aguardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. Uma igreja que vive na prática do pecado e não vê perigo lá, “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade”, mas não param de cantar. Uma igreja que é mais amiga do mundo hoje do que ontem. “Gente infiel! Será que vocês não sabem que ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus? Quem quiser ser amigo do mundo se torna inimigo de Deus”.

 “Mas, nós temos nossa adoração íntima e isso resolve tudo”.

Meu amigo, Deus não está interessado em nossa adoração enquanto nós não obedecemos a Sua palavra. Deus não está interessado em nossos cânticos de paixão por Ele enquanto vivemos transando com os nossos amantes desse mundo.

“Grite alto, não se contenha! Levante a voz como trombeta. Anuncie ao meu povo a rebelião dele, e à comunidade de Jacó, os seus pecados. Pois dia a dia me procuram; parecem desejosos de conhecer os meus caminhos, como se fosse uma nação que faz o que é direito e que não abandonou os mandamentos do seu Deus.”   Isaías 58: 1 e 2a

 

Texto de Jeff Fromholz

Com os olhos de Deus

 “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento”. (Provérbios 3.5)

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– Filha, hoje nós vamos comprar os seus óculos. Não podemos mais adiar. Você está com muitas dificuldades para acompanhar os deveres escolares. Finalmente conseguimos o dinheiro para comprá-lo!

– Puxa, pai! Que legal!

Caminhando pelo centro mais movimentado da região, pai e filha avistam uma ótica… O que o pai não esperava é que próximo a essa mesma loja também havia uma linda e atrativa loja de brinquedos…

– Pai, lembra que eu te falei sobre uma “maquininha de fazer sorvete” que eu vi no comercial da TV??? Então, olha ela ali!!! (A criança muito empolgada parece que esqueceu o que realmente foi comprar).

– Filha, é linda, mas… Vamos lá comprar os seus óculos?- Disse o pai.

– Ah, paizinho, então… É… Eu quero tanto essa máquina!!!

– Não, filha… Eu gostaria de comprá-la pra você também, porém, eu não tenho dinheiro para comprar as duas coisas e, sem dúvida, os seus óculos serão muito mais proveitosos.

A criança segue o caminho decepcionada, sem levar em consideração a importância dos óculos para ela…

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Na ilustração acima temos um ponto chave a ser compreendido: A VISÃO DO FILHO X A VISÃO DO PAI! Para a criança, um desapontamento. Para o pai, um benefício! Quando me refiro à ‘visão’ estou questionando o ponto de vista de cada um. O filho não enxergou além do ocorrido. Já o pai prosseguiu em dar o que era bom a quem ele amava mesmo percebendo o seu desaponto. Pensando no comportamento da criança, eu pergunto: Podemos comparar com o nosso comportamento quando nos encontramos num contexto semelhante? Bom, você pode responder para si mesmo, mas eu acredito que a sua resposta será a mesma que a minha: Absolutamente positiva!

Em face de um cenário tenebroso, nos limitamos a enxergar somente o que a própria condição em que nos encontramos permite! E o que não consideramos é a Soberania de Deus quando estamos em tal situação. Diante disso, eu só consigo me lembrar do nosso Pai celeste! Todas as coisas são dEle! Tudo vem dEle! Tudo é para Ele! Acho que eu poderia parar por aqui, mas o que eu preciso enfatizar é a nossa posição defronte ao problema e como temos olhado para os problemas que nos sobrevém. Você já parou para pensar como seria enxergarmos com os olhos do nosso Deus? A visão de Deus no que se refere às circunstâncias da vida certamente é diferente da nossa! É loucura nos apoiarmos em nossa própria compreensão. A condição adversa nos leva a desesperançar, justamente por nos encurvarmos perante o nosso entendimento limitado.

Enxergando com os olhos do Senhor seríamos levados a confiar, visto que é o próprio Deus quem tem o controle de toda a situação. Às vezes eu fico imaginando quais seriam os pensamentos do Pai a meu respeito, principalmente quando me encontro em dias turbulentos! E acho que essa deve ser a nossa ‘preocupação’… O que Deus tem pensado de nós? Deus espera que tomemos uma posição de plena confiança e que nossas vidas sejam fundamentadas em Sua palavra, que é a nossa regra de fé e prática. A palavra do Senhor é muito clara em provérbios 3.5: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento”. O nosso entendimento não nos permite olhar além da dificuldade. Por isso, os nossos olhares devem estar voltados para Cristo, atentos a absorver o que Ele tem a nos ensinar nos dias mais difíceis. Ao fixarmos a nossa atenção no Senhor Jesus será gerada a esperança que só Ele pode nos oferecer. Esse Pai que zela é o mesmo Pai que exorta e permite. Ele tece o nosso caráter a fim de nos proporcionar uma vida plena ao Seu lado. Não devemos nos orientar segundo o nosso próprio querer, mas nos guiarmos segundo o bem querer desse Pai de amor que nos ama incondicionalmente. Devemos entender que nada foge do comando do Senhor! Daí em diante, iremos encarar os embaraços da vida como uma ocasião favorável ao nosso crescimento e amadurecimento.

Deus conhece as nossas limitações, mas nos encoraja a sedimentarmos os nossos temores em Suas mãos. A preocupação e a inquietação derivam da falta de confiança, afastando-nos da vontade de Cristo que é sempre boa e agradável. E onde há ausência de confiança, há também amargura e desolação. Podemos experimentar o favor de Deus até mesmo na tribulação e provarmos do Seu poder em meio à guerra. A nossa oração deve ser para que o Senhor nos possibilite entender os seus propósitos em nossas vidas, que nos ensine a confiar na Sua Soberana vontade e a esperar por Sua doce providência. “Mas os que esperam no Senhor, renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão” (Isaías 40:31). Com Ele está o domínio! Com Ele está tudo aquilo que precisamos para seguirmos triunfantes em meio à batalha e compreendermos os Seus planos para cada um de nós!

Uma carta de Deus pra você, menina

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“Antes da fundação do mundo, eu te conhecia. Sabia de que cor seriam os teus olhos, e podia ouvir o som da tua risada. Como um pai orgulhoso que carrega a fotografia da filha, eu carreguei a tua imagem em meus olhos, pois tu foste criada à minha imagem. Antes da fundação do mundo, eu te escolhi. Declarei o teu nome nos céus e sorri enquanto a melodia ecoava nas paredes do meu coração.

Tu és minha.

O meu amor por ti se estende mais longe que as estrelas no céu e é mais profundo que qualquer oceano. Tu és minha pérola de grande valor, aquela por quem dei tudo. Eu te embalo na palma da minha mão. Eu te amo mesmo diante dos seus fracassos. Nada do que dizes ou fazes pode me fazer deixar de te amar. Eu sou incansável na minha busca por ti. Fuja de mim – eu te amarei. Rejeita-te a ti mesma – eu te amarei. Rejeite-me e eu te amarei. Percebes o meu amor por ti que foi violentamente assassinado antes da fundação do mundo e jamais me arrependi do sacrifício que fiz por ti no Calvário.

Quando vejo cada parte do que tu és, fico maravilhado com a obra das minhas mãos, pois sussurrei palavras de anseio e desejo e vieste à existência. Tu és bela e eu me comprazo em ti – corpo, alma e coração. Tu és o meu desejo. Quando viras o rosto envergonhada e desprezas o que fiz, ainda assim eu te alcanço com uma paixão suave.

Tu és minha amada e eu sou teu.”

 

{Texto de Regina Franklin – Livro Aos olhos do Pai. Adaptação da autora baseada em 1 João 3.2; Isaías 43.1; Mateus 13.46; Efésios 1.4; Apocalipse 13.8; Salmo 149.4; Cantares 6.3; 7.10}

 

 

Céu

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Eu sempre gostei do céu. Na verdade, acho que a palavra fascínio cabe melhor na frase. Desde que me entreguei ao Senhor o céu passou a me fascinar. Quantos momentos dediquei a olhar as almofadas de algodão com suas diferentes formas espalhadas pela imensidão azul lá de cima e ah, como os rastros de nuvens espalhados como em uma aquarela durante o pôr-do-sol me encantam!

Sempre que as coisas aqui por dentro de mim andavam difíceis, eu olhava para o infinito do céu e pensava na grandeza de Deus. Ele tinha estendido o céu com Suas próprias mãos(Is 42.5), nada poderia ser maior que Ele. Naqueles momentos eu costumava me sentir tão pequenina e ganhava a plena certeza de que nada em minha vida poderia superar a força daquele Deus. Absolutamente nada.

O mundo está envolto em Seu poder, os céus proclamam Sua glória e o firmamento anuncia a obra de Suas mãos. E mesmo assim, como Ele consegue me amar tanto? Tentava me imaginar lá em cima, olhando para os que estão aqui na terra. Imediatamente me vinha à mente as vezes em que andei de avião e não conseguia enxergar uma viva alma aqui em baixo. Mas Ele consegue. Ele vê. Ele assiste. Ele está perto. Seu trono está acima dos céus, mas também está aqui, no meu coração. Eu sou Casa de Deus e Ele não me trata como se eu fosse insignificante.

O Deus que criou o Universo contempla o meu interior. Ele sabe o que eu sinto, o que eu penso, meus sonhos mais profundos. O mais incrível de tudo está em perceber que Ele sonha comigo, Ele tem propósitos pra mim. Ele me salvou e me salva de mim mesma todos os dias, mesmo que eu não mereça. Ele me apresenta uma nova forma de vida centrada no amor, na paz, na esperança e na fé todos os dias. E Ele não desiste. Ele não se cansa.

Um dia Ele virá. Sim, virá me buscar. E aquele lugar que hoje eu contemplo com os olhos, será minha casa. Eu me assentarei na mesa com Ele e poderei deleitar-me em Seu amor para sempre.

Talvez seja por isso que eu ame tanto o céu. Ele me faz lembrar de onde vou passar a eternidade: Ao lado do Criador.

 

{Resenha} Série Cris – Robin Jones Gunn

Já estava com saudades de escrever resenhas para o blog. Desde a última, já li alguns livros e parei pela metade, mas nesse tempo também conheci uma série maravilhosa: A Série Cris. Eu tenho os livros em PDF há algum tempo e até iniciei o primeiro livro, mas não continuei (outras histórias acabaram me chamando mais atenção). Quando então, decidi voltar a ler, não parei mais. A Série possui 12 livros e conta a história da adolescência de Cristina Miller, personagem principal.

Série-Cris (1)

Livro 1 Promessa de Verão / Livro 2 Segredos e Surpresas / Livro 3 Seu para Sempre /     Livro 4 Coisas do Coração / Livro 5 Ilha dos Sonhos / Livro 6 Um brilho de Esperança / Livro 7 Amigas pra Valer / Livro 8 Noite Estrelada / Livro 9 O amor pode esperar / Livro 10 Tempo de Amar / Livro 11 Coração Partido / Livro 12 Uma promessa é para sempre

Autora: Robin Jones Gunn

Editora: Betânia

Os livros foram escritos entre 1988 e 1994 e, portanto, tanto as capas quanto alguns detalhes da história nos remetem a esse tempo. O estilo de corte de cabelo e roupas descritos pela autora deixam bem claro o que estava em alta na adolescência da época. Nos Estados Unidos, país onde a história se passa e também onde a autora reside, já houve outras edições e revisões e as capas dos livros já estão mais “atualizadas”, se podemos assim dizer. Apesar de serem 12 livros, são todos curtinhos, estando o número de páginas por volta das 130 a 150.

O primeiro livro da série, Promessas de Verão, começa narrando as férias de Cris Miller, uma menina de 14 anos moradora do Wisconsin que é convidada por seus tios Marta e Bob para passar o verão na casa de praia deles em Newport, California. Cris é uma garota obediente aos pais e se veste da forma simples de uma menina do interior. Sua tia, que é o oposto dela e de sua mãe, uma mulher elegante, fina e rica tenta adequar Cris a sua forma de vida e por isso a menina acaba mudando o cabelo, as roupas, os lugares que ia… Mas não o coração. Com o incentivo de sua tia, sempre vai à praia, que é em frente à casa que está hospedada, para tentar fazer amigos e entre micos e vergonhas, ela acaba fazendo amizade com algumas pessoas que trarão inúmeros ensinamentos para sua vida. Dentre eles está o Ted, um surfista alto e loiro que rapidamente arrebata o coração de Cris. O que ela não esperava era o fato de Ted ser cristão e acabar lhe ensinando tantas coisas sobre Deus. Ela, que também era cristã, frequentadora de uma igreja pequenininha em sua cidade, começa a olhar Deus com outros olhos, para além da religião.

Cris passa a enxergar que precisa entregar a vida a Cristo e se arrepender dos seus pecados para ser salva. Com a influência dos amigos cristãos de Ted, que acabam tornando-se seus amigos também, ela se aproxima verdadeiramente de Deus. É claro que isso não impede a sua vontade de ser “vista” com outros olhos pelo Ted e suas tentativas para que isso acontecesse. Aos poucos, o que era apenas uma atração por Ted passa a se transformar em um gostar de verdade e o amor dela por ele perpassa toda a série em um misto de pureza e esperar em Deus.

Os livros seguem a ordem cronológica da adolescência de Cris, mostrando seus conflitos com a família, amigos, romances, escola, etc. Eu fiquei encantada com a maneira que a autora conduziu esses livros porque nunca tinha lido algo igual. Ela não coloca um enredo onde você lê ansiosamente para saber se no final o mocinho (ou a mocinha, no caso) se dará bem. Ela vai construindo e apresentando ao longo das histórias, assuntos centrais que permeiam a adolescência. Ficou claro para mim que o objetivo da autora era passar ensinamentos eternos e de maneira prática para os adolescentes cristãos. Ela trata de assuntos como fé, amor, salvação, serviço a Deus, namoro e tantos outros temas que apresentam ao leitor a essência de uma vida cristã genuína e o processo disso. E Robin não faz isso de forma superficial. A profundidade com que ela lida com esses assuntos, mas ao mesmo tempo de forma tão leve e natural faz com que ela seja uma autora excepcional.

Apesar de estar às portas dos 22 anos, me considero com um coração adolescente, hehe, o que se demonstra em meu desejo de trabalhar com essa faixa etária e cuidar deles. Gosto de ler esse tipo de livro até pra poder indicar pra galerinha lá da igreja e como eu gosto de escrever também para eles, é bom ler autores que fazem isso há bem mais tempo que eu. Ler essa série lembrou meus tempos de garota e também resgatou muitas coisas do céu em meu coração. Inclusive o post passado, sobre sermos intencionais (leia aqui), surgiu de reflexões que eu vinha fazendo ao ler esses livros. Deus trouxe-me a memoria lições importantes sobre amor a Ele e aos outros, serviço, chamado… Eu li os livros em PDF, mas tenho um desejo imenso de comprar a série completa e estou esperando um relançamento no Brasil para poder fazer isso, a fim de ter os livros com as capas atualizadas e tudo mais. E não tenho dúvidas de que esse é o tipo de série que vou fazer questão que minha sobrinha (que tem 3 aninhos) e minha futura filha(se Deus me conceder uma <3) leiam!

Então é isso galera,  foi muito bacana para mim escrever essa resenha, porque a história de Cris Miller tem com certeza um cantinho muito especial em meu coração.

Onde quer que esteja e o que quer que faça… Seja intencional!

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Uma expressão que já escutei algumas vezes tem passeado por meu coração com certa frequência ultimamente. “Seja intencional!” – Beleza, mas e o que isso significa?

Deus tem ministrado ao meu coração nesses dias sobre pregação do evangelho, testemunhar, ser luz e revelar o Amor. E aí, pensando sobre todas as pessoas que passam por minha vida diariamente, as quais tenho acesso por vários lugares e maneiras e em como eu posso ser carta viva de Jesus a elas, a frase lá de cima sussurra suavemente em meu coração: Seja intencional.

A voz me diz que eu não devo seguir minha vida tranquila e despreocupadamente como se somente eu importasse. Me diz também que eu não devo encarar o relacionamento com a galera da facul, o pessoal do ônibus ou do curso de forma “natural”. Chego, papeio, sento, estudo, lancho, dou gargalhadas e vou embora. Converso e tenho acesso a dez pessoas que não conhecem Jesus e isso nem me dá uma pontinha de preocupação. Algo errado? Certamente.

Ser intencional em tudo que eu faço significa fazer todas as coisas com propósito. Não deixar a vida rolar e trazer uma “oportunidade” para pregar o evangelho, tipo naquele evangelismo semestral que  a igreja faz. Ser intencional em nossa missão de anunciar a salvação significa propositalmente oferecer Jesus; Por exemplo, dar ouvidos a alguém que queira contar problemas e entregar uma palavra de conforto no final, tornar-se disponível para que tenham acesso para perguntar a razão de sua fé e se abrir com você. Significa também puxar um papo e falar de Jesus abertamente, sem medo. Ou seja, ser intencional em nossa vida com Cristo é entender que nada que façamos pode ser por simplesmente fazer. Ele nos deu uma missão e temos que cumpri-la.

O meu maior exemplo de pessoa que fazia tudo com propósito é Jesus. Ele era intencional em seus relacionamentos na Terra, sempre estava perto de pessoas e fazia coisas que revelava a elas seu amor. Qualquer ação, mínima que fosse, como almoçar na casa de um líder religioso ou demorar para ir curar um amigo, Ele sabia o que estava fazendo, sabia o que ensinaria e sabia que o fim era que Seu amor e salvação alcançasse corações e seu propósito fosse cumprido do lado de cá.

Mas, quantas vezes imersos em nossas correrias de vida e ambições particulares, não conseguimos olhar para o lado e perceber que aquele colega ranzinza do trabalho talvez só esteja precisando de um abraço. Ou se aquele adolescente rebelde da igreja não precisa somente de alguém que o chame para casa assistir a um filme, comer doces e conversar sobre Jesus sem cobranças e de forma livre?!

Sabe, até hoje Jesus continua sendo intencional em seu relacionamento conosco. Nada que faz é por acaso e Ele quer nos usar como instrumentos na hora certa na vida das pessoas, precisamos ter o coração bem alinhado ao dEle para perceber isso. Sinto que estou aprendendo a ser um pouco mais cristã, à medida que penso em formas de servir aos outros e não deixar uma lágrima ou um problema alheio passar despercebido. Para isso é preciso amor, é preciso misericórdia(Lc 6.36). Jesus se importava com os sentimentos das pessoas, como quando agiu com a viúva que perdera o filho na cidade de Naim (Lucas 7: 11-17):

“Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.” V.13

Que o Senhor nos livre de deixar a vida passar batida e não aproveitarmos o tempo que temos para nos compadecermos, termos misericórdia e amor, olhando as pessoas com olhos de Jesus e sendo intencional em todos nossos atos. Todos os dias.

God Bless You!😉