Quando o Rei não quer adoração

Num país muito, muito distante e há muito, muito tempo atrás, houve um povo que amava muito seu rei. Ele era um bom rei, talvez o melhor de todos os tempos, e eles eram um povo muito bom e que tinha muito potencial. O rei tinha muitos planos para seu povo e pediu que eles fizessem algumas coisas. No início, todos do reino estavam empolgados e fizeram tudo que o rei pediu, mas depois de um tempo eles cansaram de fazer o que o rei pediu porque não viram muitos resultados e descobriram outras coisas que eles acharam melhores e que podiam ser feitas em nome do rei. Ao invés de trabalhar ou ir para a escola, eles dançaram e fizeram cânticos. O tema sempre era o mesmo; tudo era sobre o rei. Como eles amavam seu rei. Não tinha cânticos suficientes para cantar sobre seu rei. Nunca era demais cantar sobre ele.

Um dia o rei estava passeando no seu reino e, por onde ele olhava, via pessoas dançando e cantando sobre ele. O rei achou legal no início, até ver a bagunça que seu reino tinha se tornado. Nada estava no lugar certo e nada estava sendo feito do jeito que ele tinha pedido. E quando ele desceu do seu cavalo, ao invés de se prostrarem diante dele e beijar seu anel, as pessoas começaram a puxar suas mãos pedindo que ele dançasse com eles. Ele puxou suas mãos de volta e, irritado, foi à direção do seu castelo com uma promessa, que nunca ia voltar para aquele povo que não fez o que ele pediu e não tratava ele como rei, mas como uma pessoa qualquer. E, além disso, ele ia mandar uns dos seus soldados para ensinar a eles o que é reverência e obediência. Mas o povo não sabia nada disso, pois quando o rei saiu, eles não entenderam por que ele não ficou. Será que ele não gostou dos seus cânticos? Será que ele não gosta de dançar?

 E bem aí nós nos achamos hoje em dia na igreja. Uma igreja “apaixonada” pelo Rei, mas que não faz nada do que ele pede. “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os aguardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. Uma igreja que vive na prática do pecado e não vê perigo lá, “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade”, mas não param de cantar. Uma igreja que é mais amiga do mundo hoje do que ontem. “Gente infiel! Será que vocês não sabem que ser amigo do mundo é ser inimigo de Deus? Quem quiser ser amigo do mundo se torna inimigo de Deus”.

 “Mas, nós temos nossa adoração íntima e isso resolve tudo”.

Meu amigo, Deus não está interessado em nossa adoração enquanto nós não obedecemos a Sua palavra. Deus não está interessado em nossos cânticos de paixão por Ele enquanto vivemos transando com os nossos amantes desse mundo.

“Grite alto, não se contenha! Levante a voz como trombeta. Anuncie ao meu povo a rebelião dele, e à comunidade de Jacó, os seus pecados. Pois dia a dia me procuram; parecem desejosos de conhecer os meus caminhos, como se fosse uma nação que faz o que é direito e que não abandonou os mandamentos do seu Deus.”   Isaías 58: 1 e 2a

 

Texto de Jeff Fromholz

Com os olhos de Deus

 “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento”. (Provérbios 3.5)

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– Filha, hoje nós vamos comprar os seus óculos. Não podemos mais adiar. Você está com muitas dificuldades para acompanhar os deveres escolares. Finalmente conseguimos o dinheiro para comprá-lo!

– Puxa, pai! Que legal!

Caminhando pelo centro mais movimentado da região, pai e filha avistam uma ótica… O que o pai não esperava é que próximo a essa mesma loja também havia uma linda e atrativa loja de brinquedos…

– Pai, lembra que eu te falei sobre uma “maquininha de fazer sorvete” que eu vi no comercial da TV??? Então, olha ela ali!!! (A criança muito empolgada parece que esqueceu o que realmente foi comprar).

– Filha, é linda, mas… Vamos lá comprar os seus óculos?- Disse o pai.

– Ah, paizinho, então… É… Eu quero tanto essa máquina!!!

– Não, filha… Eu gostaria de comprá-la pra você também, porém, eu não tenho dinheiro para comprar as duas coisas e, sem dúvida, os seus óculos serão muito mais proveitosos.

A criança segue o caminho decepcionada, sem levar em consideração a importância dos óculos para ela…

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Na ilustração acima temos um ponto chave a ser compreendido: A VISÃO DO FILHO X A VISÃO DO PAI! Para a criança, um desapontamento. Para o pai, um benefício! Quando me refiro à ‘visão’ estou questionando o ponto de vista de cada um. O filho não enxergou além do ocorrido. Já o pai prosseguiu em dar o que era bom a quem ele amava mesmo percebendo o seu desaponto. Pensando no comportamento da criança, eu pergunto: Podemos comparar com o nosso comportamento quando nos encontramos num contexto semelhante? Bom, você pode responder para si mesmo, mas eu acredito que a sua resposta será a mesma que a minha: Absolutamente positiva!

Em face de um cenário tenebroso, nos limitamos a enxergar somente o que a própria condição em que nos encontramos permite! E o que não consideramos é a Soberania de Deus quando estamos em tal situação. Diante disso, eu só consigo me lembrar do nosso Pai celeste! Todas as coisas são dEle! Tudo vem dEle! Tudo é para Ele! Acho que eu poderia parar por aqui, mas o que eu preciso enfatizar é a nossa posição defronte ao problema e como temos olhado para os problemas que nos sobrevém. Você já parou para pensar como seria enxergarmos com os olhos do nosso Deus? A visão de Deus no que se refere às circunstâncias da vida certamente é diferente da nossa! É loucura nos apoiarmos em nossa própria compreensão. A condição adversa nos leva a desesperançar, justamente por nos encurvarmos perante o nosso entendimento limitado.

Enxergando com os olhos do Senhor seríamos levados a confiar, visto que é o próprio Deus quem tem o controle de toda a situação. Às vezes eu fico imaginando quais seriam os pensamentos do Pai a meu respeito, principalmente quando me encontro em dias turbulentos! E acho que essa deve ser a nossa ‘preocupação’… O que Deus tem pensado de nós? Deus espera que tomemos uma posição de plena confiança e que nossas vidas sejam fundamentadas em Sua palavra, que é a nossa regra de fé e prática. A palavra do Senhor é muito clara em provérbios 3.5: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento”. O nosso entendimento não nos permite olhar além da dificuldade. Por isso, os nossos olhares devem estar voltados para Cristo, atentos a absorver o que Ele tem a nos ensinar nos dias mais difíceis. Ao fixarmos a nossa atenção no Senhor Jesus será gerada a esperança que só Ele pode nos oferecer. Esse Pai que zela é o mesmo Pai que exorta e permite. Ele tece o nosso caráter a fim de nos proporcionar uma vida plena ao Seu lado. Não devemos nos orientar segundo o nosso próprio querer, mas nos guiarmos segundo o bem querer desse Pai de amor que nos ama incondicionalmente. Devemos entender que nada foge do comando do Senhor! Daí em diante, iremos encarar os embaraços da vida como uma ocasião favorável ao nosso crescimento e amadurecimento.

Deus conhece as nossas limitações, mas nos encoraja a sedimentarmos os nossos temores em Suas mãos. A preocupação e a inquietação derivam da falta de confiança, afastando-nos da vontade de Cristo que é sempre boa e agradável. E onde há ausência de confiança, há também amargura e desolação. Podemos experimentar o favor de Deus até mesmo na tribulação e provarmos do Seu poder em meio à guerra. A nossa oração deve ser para que o Senhor nos possibilite entender os seus propósitos em nossas vidas, que nos ensine a confiar na Sua Soberana vontade e a esperar por Sua doce providência. “Mas os que esperam no Senhor, renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão” (Isaías 40:31). Com Ele está o domínio! Com Ele está tudo aquilo que precisamos para seguirmos triunfantes em meio à batalha e compreendermos os Seus planos para cada um de nós!

Uma carta de Deus pra você, menina

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“Antes da fundação do mundo, eu te conhecia. Sabia de que cor seriam os teus olhos, e podia ouvir o som da tua risada. Como um pai orgulhoso que carrega a fotografia da filha, eu carreguei a tua imagem em meus olhos, pois tu foste criada à minha imagem. Antes da fundação do mundo, eu te escolhi. Declarei o teu nome nos céus e sorri enquanto a melodia ecoava nas paredes do meu coração.

Tu és minha.

O meu amor por ti se estende mais longe que as estrelas no céu e é mais profundo que qualquer oceano. Tu és minha pérola de grande valor, aquela por quem dei tudo. Eu te embalo na palma da minha mão. Eu te amo mesmo diante dos seus fracassos. Nada do que dizes ou fazes pode me fazer deixar de te amar. Eu sou incansável na minha busca por ti. Fuja de mim – eu te amarei. Rejeita-te a ti mesma – eu te amarei. Rejeite-me e eu te amarei. Percebes o meu amor por ti que foi violentamente assassinado antes da fundação do mundo e jamais me arrependi do sacrifício que fiz por ti no Calvário.

Quando vejo cada parte do que tu és, fico maravilhado com a obra das minhas mãos, pois sussurrei palavras de anseio e desejo e vieste à existência. Tu és bela e eu me comprazo em ti – corpo, alma e coração. Tu és o meu desejo. Quando viras o rosto envergonhada e desprezas o que fiz, ainda assim eu te alcanço com uma paixão suave.

Tu és minha amada e eu sou teu.”

 

{Texto de Regina Franklin – Livro Aos olhos do Pai. Adaptação da autora baseada em 1 João 3.2; Isaías 43.1; Mateus 13.46; Efésios 1.4; Apocalipse 13.8; Salmo 149.4; Cantares 6.3; 7.10}

 

 

Céu

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Eu sempre gostei do céu. Na verdade, acho que a palavra fascínio cabe melhor na frase. Desde que me entreguei ao Senhor o céu passou a me fascinar. Quantos momentos dediquei a olhar as almofadas de algodão com suas diferentes formas espalhadas pela imensidão azul lá de cima e ah, como os rastros de nuvens espalhados como em uma aquarela durante o pôr-do-sol me encantam!

Sempre que as coisas aqui por dentro de mim andavam difíceis, eu olhava para o infinito do céu e pensava na grandeza de Deus. Ele tinha estendido o céu com Suas próprias mãos(Is 42.5), nada poderia ser maior que Ele. Naqueles momentos eu costumava me sentir tão pequenina e ganhava a plena certeza de que nada em minha vida poderia superar a força daquele Deus. Absolutamente nada.

O mundo está envolto em Seu poder, os céus proclamam Sua glória e o firmamento anuncia a obra de Suas mãos. E mesmo assim, como Ele consegue me amar tanto? Tentava me imaginar lá em cima, olhando para os que estão aqui na terra. Imediatamente me vinha à mente as vezes em que andei de avião e não conseguia enxergar uma viva alma aqui em baixo. Mas Ele consegue. Ele vê. Ele assiste. Ele está perto. Seu trono está acima dos céus, mas também está aqui, no meu coração. Eu sou Casa de Deus e Ele não me trata como se eu fosse insignificante.

O Deus que criou o Universo contempla o meu interior. Ele sabe o que eu sinto, o que eu penso, meus sonhos mais profundos. O mais incrível de tudo está em perceber que Ele sonha comigo, Ele tem propósitos pra mim. Ele me salvou e me salva de mim mesma todos os dias, mesmo que eu não mereça. Ele me apresenta uma nova forma de vida centrada no amor, na paz, na esperança e na fé todos os dias. E Ele não desiste. Ele não se cansa.

Um dia Ele virá. Sim, virá me buscar. E aquele lugar que hoje eu contemplo com os olhos, será minha casa. Eu me assentarei na mesa com Ele e poderei deleitar-me em Seu amor para sempre.

Talvez seja por isso que eu ame tanto o céu. Ele me faz lembrar de onde vou passar a eternidade: Ao lado do Criador.

 

{Resenha} Série Cris – Robin Jones Gunn

Já estava com saudades de escrever resenhas para o blog. Desde a última, já li alguns livros e parei pela metade, mas nesse tempo também conheci uma série maravilhosa: A Série Cris. Eu tenho os livros em PDF há algum tempo e até iniciei o primeiro livro, mas não continuei (outras histórias acabaram me chamando mais atenção). Quando então, decidi voltar a ler, não parei mais. A Série possui 12 livros e conta a história da adolescência de Cristina Miller, personagem principal.

Série-Cris (1)

Livro 1 Promessa de Verão / Livro 2 Segredos e Surpresas / Livro 3 Seu para Sempre /     Livro 4 Coisas do Coração / Livro 5 Ilha dos Sonhos / Livro 6 Um brilho de Esperança / Livro 7 Amigas pra Valer / Livro 8 Noite Estrelada / Livro 9 O amor pode esperar / Livro 10 Tempo de Amar / Livro 11 Coração Partido / Livro 12 Uma promessa é para sempre

Autora: Robin Jones Gunn

Editora: Betânia

Os livros foram escritos entre 1988 e 1994 e, portanto, tanto as capas quanto alguns detalhes da história nos remetem a esse tempo. O estilo de corte de cabelo e roupas descritos pela autora deixam bem claro o que estava em alta na adolescência da época. Nos Estados Unidos, país onde a história se passa e também onde a autora reside, já houve outras edições e revisões e as capas dos livros já estão mais “atualizadas”, se podemos assim dizer. Apesar de serem 12 livros, são todos curtinhos, estando o número de páginas por volta das 130 a 150.

O primeiro livro da série, Promessas de Verão, começa narrando as férias de Cris Miller, uma menina de 14 anos moradora do Wisconsin que é convidada por seus tios Marta e Bob para passar o verão na casa de praia deles em Newport, California. Cris é uma garota obediente aos pais e se veste da forma simples de uma menina do interior. Sua tia, que é o oposto dela e de sua mãe, uma mulher elegante, fina e rica tenta adequar Cris a sua forma de vida e por isso a menina acaba mudando o cabelo, as roupas, os lugares que ia… Mas não o coração. Com o incentivo de sua tia, sempre vai à praia, que é em frente à casa que está hospedada, para tentar fazer amigos e entre micos e vergonhas, ela acaba fazendo amizade com algumas pessoas que trarão inúmeros ensinamentos para sua vida. Dentre eles está o Ted, um surfista alto e loiro que rapidamente arrebata o coração de Cris. O que ela não esperava era o fato de Ted ser cristão e acabar lhe ensinando tantas coisas sobre Deus. Ela, que também era cristã, frequentadora de uma igreja pequenininha em sua cidade, começa a olhar Deus com outros olhos, para além da religião.

Cris passa a enxergar que precisa entregar a vida a Cristo e se arrepender dos seus pecados para ser salva. Com a influência dos amigos cristãos de Ted, que acabam tornando-se seus amigos também, ela se aproxima verdadeiramente de Deus. É claro que isso não impede a sua vontade de ser “vista” com outros olhos pelo Ted e suas tentativas para que isso acontecesse. Aos poucos, o que era apenas uma atração por Ted passa a se transformar em um gostar de verdade e o amor dela por ele perpassa toda a série em um misto de pureza e esperar em Deus.

Os livros seguem a ordem cronológica da adolescência de Cris, mostrando seus conflitos com a família, amigos, romances, escola, etc. Eu fiquei encantada com a maneira que a autora conduziu esses livros porque nunca tinha lido algo igual. Ela não coloca um enredo onde você lê ansiosamente para saber se no final o mocinho (ou a mocinha, no caso) se dará bem. Ela vai construindo e apresentando ao longo das histórias, assuntos centrais que permeiam a adolescência. Ficou claro para mim que o objetivo da autora era passar ensinamentos eternos e de maneira prática para os adolescentes cristãos. Ela trata de assuntos como fé, amor, salvação, serviço a Deus, namoro e tantos outros temas que apresentam ao leitor a essência de uma vida cristã genuína e o processo disso. E Robin não faz isso de forma superficial. A profundidade com que ela lida com esses assuntos, mas ao mesmo tempo de forma tão leve e natural faz com que ela seja uma autora excepcional.

Apesar de estar às portas dos 22 anos, me considero com um coração adolescente, hehe, o que se demonstra em meu desejo de trabalhar com essa faixa etária e cuidar deles. Gosto de ler esse tipo de livro até pra poder indicar pra galerinha lá da igreja e como eu gosto de escrever também para eles, é bom ler autores que fazem isso há bem mais tempo que eu. Ler essa série lembrou meus tempos de garota e também resgatou muitas coisas do céu em meu coração. Inclusive o post passado, sobre sermos intencionais (leia aqui), surgiu de reflexões que eu vinha fazendo ao ler esses livros. Deus trouxe-me a memoria lições importantes sobre amor a Ele e aos outros, serviço, chamado… Eu li os livros em PDF, mas tenho um desejo imenso de comprar a série completa e estou esperando um relançamento no Brasil para poder fazer isso, a fim de ter os livros com as capas atualizadas e tudo mais. E não tenho dúvidas de que esse é o tipo de série que vou fazer questão que minha sobrinha (que tem 3 aninhos) e minha futura filha(se Deus me conceder uma <3) leiam!

Então é isso galera,  foi muito bacana para mim escrever essa resenha, porque a história de Cris Miller tem com certeza um cantinho muito especial em meu coração.

Onde quer que esteja e o que quer que faça… Seja intencional!

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Uma expressão que já escutei algumas vezes tem passeado por meu coração com certa frequência ultimamente. “Seja intencional!” – Beleza, mas e o que isso significa?

Deus tem ministrado ao meu coração nesses dias sobre pregação do evangelho, testemunhar, ser luz e revelar o Amor. E aí, pensando sobre todas as pessoas que passam por minha vida diariamente, as quais tenho acesso por vários lugares e maneiras e em como eu posso ser carta viva de Jesus a elas, a frase lá de cima sussurra suavemente em meu coração: Seja intencional.

A voz me diz que eu não devo seguir minha vida tranquila e despreocupadamente como se somente eu importasse. Me diz também que eu não devo encarar o relacionamento com a galera da facul, o pessoal do ônibus ou do curso de forma “natural”. Chego, papeio, sento, estudo, lancho, dou gargalhadas e vou embora. Converso e tenho acesso a dez pessoas que não conhecem Jesus e isso nem me dá uma pontinha de preocupação. Algo errado? Certamente.

Ser intencional em tudo que eu faço significa fazer todas as coisas com propósito. Não deixar a vida rolar e trazer uma “oportunidade” para pregar o evangelho, tipo naquele evangelismo semestral que  a igreja faz. Ser intencional em nossa missão de anunciar a salvação significa propositalmente oferecer Jesus; Por exemplo, dar ouvidos a alguém que queira contar problemas e entregar uma palavra de conforto no final, tornar-se disponível para que tenham acesso para perguntar a razão de sua fé e se abrir com você. Significa também puxar um papo e falar de Jesus abertamente, sem medo. Ou seja, ser intencional em nossa vida com Cristo é entender que nada que façamos pode ser por simplesmente fazer. Ele nos deu uma missão e temos que cumpri-la.

O meu maior exemplo de pessoa que fazia tudo com propósito é Jesus. Ele era intencional em seus relacionamentos na Terra, sempre estava perto de pessoas e fazia coisas que revelava a elas seu amor. Qualquer ação, mínima que fosse, como almoçar na casa de um líder religioso ou demorar para ir curar um amigo, Ele sabia o que estava fazendo, sabia o que ensinaria e sabia que o fim era que Seu amor e salvação alcançasse corações e seu propósito fosse cumprido do lado de cá.

Mas, quantas vezes imersos em nossas correrias de vida e ambições particulares, não conseguimos olhar para o lado e perceber que aquele colega ranzinza do trabalho talvez só esteja precisando de um abraço. Ou se aquele adolescente rebelde da igreja não precisa somente de alguém que o chame para casa assistir a um filme, comer doces e conversar sobre Jesus sem cobranças e de forma livre?!

Sabe, até hoje Jesus continua sendo intencional em seu relacionamento conosco. Nada que faz é por acaso e Ele quer nos usar como instrumentos na hora certa na vida das pessoas, precisamos ter o coração bem alinhado ao dEle para perceber isso. Sinto que estou aprendendo a ser um pouco mais cristã, à medida que penso em formas de servir aos outros e não deixar uma lágrima ou um problema alheio passar despercebido. Para isso é preciso amor, é preciso misericórdia(Lc 6.36). Jesus se importava com os sentimentos das pessoas, como quando agiu com a viúva que perdera o filho na cidade de Naim (Lucas 7: 11-17):

“Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.” V.13

Que o Senhor nos livre de deixar a vida passar batida e não aproveitarmos o tempo que temos para nos compadecermos, termos misericórdia e amor, olhando as pessoas com olhos de Jesus e sendo intencional em todos nossos atos. Todos os dias.

God Bless You!😉

A Beleza da Espera

Fevereiro de dois mil e onze. Dezesseis anos. Com joelhos firmes e confiança nas palavras, coloquei-me diante do Senhor ao lado da cama no quarto que era meu na casa dos meus pais. Eu não sentia mais medo. Tudo parecia tão claro naquele momento.

Foi a primeira vez que eu, verbalmente, entreguei minha vida sentimental a Deus. O primeiro momento em que orei pelo meu futuro marido. A garota que em janeiro não conseguia acreditar naquela história de relacionamentos santificados e que não via problema em dar beijos descompromissados por aí, finalmente era convencida de que Deus é o maior interessado em cuidar da área sentimental dos seus filhos.

Sentindo o calor do olhar paterno de Deus, fui envolvida por uma confiança que não se abalaria: Ele é meu Pai. Ele sabe o que é melhor pra mim. Ele está planejando um futuro muito maior do que eu possa imaginar. Ele conhece o homem que vou me casar e também está o preparando, onde quer que esteja.

Desde então, nunca mais duvidei. Percebi que se tinha alguém que podia fazer infinitamente mais do que eu imagino, em todas as áreas da minha vida, Ele se chama Deus. Descobri naqueles primeiros meses de dois mil e onze que eu atraio o que transmito. O desejo do Senhor era que eu me preparasse, me santificasse, mergulhasse nEle e fosse cada vez mais parecida com Jesus. Dessa forma, eu atrairia alguém com os mesmos propósitos. E quão doce foi o meu primeiro ano de espera. Como era bom não defraudar meu coração com paixonites, encarar os relacionamentos com seriedade, como deve ser.

Não digo que todos os dias dos meus três anos de espera foram felicidades mil. Houve dias em que chorei. Também teve aqueles em que quis me render à carência, que me perguntava quando o dia de conhecê-lo chegaria… Mas algo eu guardo com muito carinho desse tempo: Nunca desisti de confiar em Deus. Guardava em um cantinho secreto no coração um sentimento bom, de esperança e de fé. Ali eu sabia que não importava o tempo, Deus se encarregaria de apresentar a mim o amor da minha vida.

Então eu procurava já demonstrar uma prova de amor, antes até mesmo de saber quem ele era: Orava por ele, por sua vida com Deus e pedia que nós dois fôssemos tratados no que houvesse necessidade antes de nos encontrarmos. Eu orava até por minha futura sogra! Hehe. E de uma forma totalmente inesperada e linda, ele chegou. Eu orei. Ele orou. Nós oramos. Praticamente dois meses no processo mais puro e doce da minha vida!

Hoje sou casada há quase onze meses e quando olho para minha vida, percebo a fidelidade de Deus em cada detalhe. Deus honrou mínimos sonhos que eu tinha em relação ao meu futuro marido e fez tudo da forma mais cuidadosa (como Ele é especialista em fazer!). Provar do carinho e fidelidade de Deus em cada área da minha vida me faz incentivar outras meninas e meninos a crerem que vale a pena obedecer ao Senhor. Não é algo que fazemos pensando nas recompensas, mas que é fruto de um coração rendido a Ele.

O caminho da obediência muitas vezes é duro, porque envolve negar o eu e os desejos, colocando a vontade de Deus acima da nossa, mas é para isso que Deus nos chamou. E o resultado de agradar o coração de Deus vai para além de uma vida abundante aqui. Chega até a eternidade. Eu e Hugo (meu marido) costumamos dizer que nosso versículo – que foi escrito até no convite de casamento – é o que esta registrado em Isaías 1.19:

“Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra.”

Não tenha medo. Não fique em cima do muro quanto a seguir aquilo que Jesus te manda fazer. É incrível viver uma vida de amor pleno na presença dEle, e amor pleno tem a ver primeiro com nosso relacionamento com Ele e depois com outras pessoas. Depois que conheci Jesus percebi quanto o meu padrão de relacionamentos deve ser alto. Tanto em relação ao meu marido, quanto às outras pessoas. O amor de Deus nos ensina que não devemos entregar pedaços do nosso coração por aí, negociar um beijo ou mendigar amor. Toda fonte do amor está em uma única pessoa, e ela se chama Jesus.

Guarde seu coração. Esperar em Deus um relacionamento tem a ver com evitar feridas desnecessárias e entender que o amor dEle por nós é tão grande, que preparou um enlace bonito, íntegro e na presença dEle para cada um de nós. Não precisamos de um relacionamento amoroso para nos sentir completos – esse papel só Deus pode fazer – mas Ele é especialista em dar o melhor para os seus filhos e escrever roteiros das histórias mais inspiradoras. Creia, não há ninguém que queira ver você mais feliz do que Jesus.

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Coração de Menina

Lembro-me de quando eu era pequena e brincava que me casaria aos vinte e dois, seria uma pediatra e teria um marido lindo e filhos mais lindos ainda pra cuidar. Sempre sonhei coisas boas para o futuro e já até houve época que pensei em ser estrela de televisão. Muitos desejos que se agarravam como âncora em meu coração e depois iam embora, como um beija-flor que entra em casa ligeiramente para dar o ar da graça e depois se vai, tão rápido como entrou.

Mas, mesmo em meio a tantos sonhos e mudanças repentinas de vontades, uma coisa era certa: pensar sobre tudo isso era sinônimo de pensar em felicidade. Porque afinal, o que há detrás de nossas buscas na vida? Quando estabelecemos metas, fixamos propósitos ou sentamos numa rede simplesmente para pensar no futuro, não estamos querendo ter um coração satisfeito, a vida que planejamos e a tão querida felicidade?

Quando se é criança os obstáculos parecem ser bem menores e tudo tão fácil. Logo, sonhar em ser médica mesmo tendo nascido em uma família pobre que não teria condições de pagar um cursinho, não era problema. Não tinha limites para os sonhos.

Ah, esse coração de menina… Que batia por coisas simples e adorava passar horas dando vida aos personagens desenhados à mão. Que chegava a doer quando via a mamãe triste ou outra criança chorando. Esse coração sensível que vivia a felicidade nas coisas mais singelas e também a buscava nos sonhos mais profundos.

E a menina cresceu… E nem sempre é fácil perceber como que o passar dos anos traz tantas cargas e pesos que aos poucos vão minando o desejo de ser feliz. Uma desilusão amorosa (ou mais, talvez), a falta de oportunidades, os problemas em casa, sentimentos de rejeição, os valores do mundo que ferozmente quer nos engolir… E tantas outras coisinhas que vão tirando a leveza e colocando no lugar a amargura, a ingratidão, o desgosto pela vida que culmina na destruição de sonhos e propósitos.

Eu nunca abandonei o coração sonhador, mas já perdi o brilho dos olhos em alguns momentos. Já chorei. Já pensei que não era amada. Já humilhei alguém para me sentir melhor. Já deixei que a amargura criasse raízes e contaminasse a muitos (Hb 12.15).

Mas aí eu conheci um Homem e seu nome pode ser traduzido em AMOR. Ele me pegou no colo quando eu achava que estava bem andando com minhas próprias pernas, distribuindo pedacinhos do meu coração a cada esquina que passava e mostrou minhas feridas, as quais eu nem sabia que tinha. Ele pegou aquele pobre e frágil coração, levou para si e me devolveu um novinho em folha, que veio com uma marca profunda tomando toda sua dimensão e essa marca se chamava Jesus. Se chama Jesus.

Ele passou a me ensinar que eu não poderia deixar o coração de menina morrer. Porque eu nem poderia imaginar os sonhos que Ele tinha pra mim(Jr 29.11) e o desejo dEle é que sonhássemos juntos. Mas meu melhor amigo deixou claro: a realização desses sonhos sempre seria superior a tudo que eu pudesse imaginar (1 Co 2.9).

Então eu percebi que buscar a felicidade era buscar Jesus. Através dos desejos mais simples, até aos mais profundos. Jesus. Ele é a fonte para o coração cansado, para a alma aflita e sobrecarregada. Ele não garante vida cem por cento bem e sem problemas, mas aí é que está o grande segredo: uma vida com Ele, não importa o que passe, a felicidade sempre vai estar ali, à distância de uma oração, de uma obediência, de uma leitura da palavra, de uma entrega.

Jesus me disse para crescer e amadurecer, mas para eu não esquecer que o coração de menina que busca a felicidade, independente das circunstâncias precisa estar aqui, limpo, vivo e dedicado a Ele.

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Qual é a sua identidade? #parte2

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            No texto anterior (clique aqui para ler) falamos um pouco sobre o que é identidade e como aquele que serve a Jesus tem sua identidade definida como filho de Deus. E se a definição que citamos fala que a identidade é a consciência que o indivíduo tem de si mesmo, dentro do mundo em que vive, isso significa que nós precisamos saber quem somos para vivermos uma vida de propósito. Como servos do Senhor, devemos saber quem somos em Cristo e qual nossa função nessa terra. Como filhos de Deus e novas criaturas, o que já fomos não importa mais, ficou para trás, pois renascemos espiritualmente (Jo 1.12-13).

De criatura passamos a filhos e como filhos devemos obediência ao nosso Pai. E se aqueles que são filhos de Deus são guiados pelo espirito de Deus (Rm 8.14), nossas vidas devem estar em plena submissão ao Senhor, o controle de nós mesmos deve estar com Ele.

“Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” Gálatas 2:20

Entenda que a partir do momento que você foi salvo, sua vida não pertence mais a você. Ela é dEle agora. Na verdade sempre foi. E existe um padrão de como Ele quer que você viva. Para glória dEle é o principal sentido e também para ser carta dEle aqui. Deus poderia ter te levado assim que você recebeu Jesus, mas Ele te deixou aqui porque tem coisas para você aprender e tem pessoas precisando ser salvas; Se não houvesse nenhum filho de Deus, como os que não são conheceriam a Deus? Nós temos uma função bem especifica que Cristo nos deixou:

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,
ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei.”
Mateus 28:18-20

Isso não é sobre nossa capacidade e sim em como podemos ser instrumentos de Deus nessa terra. Já ouvi muitos falarem que todo cristão tem dois grandes propósitos/chamados e eu acredito muito nisso:

O primeiro é o chamado universal, que consiste em anunciar o evangelho realizando a Grande Comissão (Mt 28.18-20), o segundo é o chamado individual, que é a forma como você realizará o primeiro. Pregar o evangelho não é dom, é ordenança. Em Marcos 16.15 Jesus diz “Ide” e não “Se quiser, vá”, Ele nos impeliu uma ordem. Então se somos cristãos, devemos pregar e discipular como estilo de vida.

Dentro do chamado individual existem os ministérios e funções específicas que Deus quer que a gente exerça. Ele nos criou com dons e talentos e estes não são para serem usados em nossos deleites ou para deixarmos enterrados. Ele nos chama para usar e desenvolver o que Ele nos deu. Nossos dons e aquilo pelo qual o coração queima, dão indícios de qual área específica Deus tem pra nós. E cara, cumprir o chamado Dele nos dá vigor! Quando andamos sabendo quem somos, descobrimos que o trabalho ou faculdade ou colégio não são só lugares para ganharmos dinheiro e/ou estudarmos, e sim, locais para realizarmos o chamado dEle pra nós! Porque entender que fomos projetados por Deus muda todo curso de nossa existência. Repetindo uma frase do primeiro texto, mas que resume bem o que falamos até aqui: Viva uma vida extraordinária. E vida extraordinária não é fazer grandes coisas e sim, fazer aquilo que foi chamado pra fazer.

Há um propósito para sua vida, salvo. Há um propósito para seus dias aqui, servo. Não viva como se não tivesse.

Qual é a sua Identidade? #parte1

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Duas semanas atrás compartilhei a palavra com alguns irmãos numa igreja super benção do meu bairro e senti o desejo de trazer para vocês aqui no blog um pouco do que eu falei por lá. Foi um momento muito especial onde Deus falou conosco sobre identidade.

Já tem algum tempo que venho sendo ministrada por Ele sobre identidade e nesse tempo, lendo um artigo acadêmico para um trabalho da faculdade, me deparei com a seguinte definição: “Identidade é a consciência que o indivíduo tem de si mesmo, dentro do mundo em que vive”. Ou seja, é saber quem você é e por que está aqui. E um grande problema que tenho visto entre o povo de Deus é a falta dessa consciência. Porque se não sabemos quem somos e não temos noção de que nossas vidas tem um propósito, vamos querer ser o que não fomos chamados para ser.

Mas há dentro de nós uma necessidade de nos afirmarmos onde estamos, de construirmos nossa identidade, mesmo que não tenhamos noção disso. Quantas vezes nessa busca por sermos alguém ou nos reconhecermos como alguém, procuramos todo tipo de referência. E a mídia, por estar em todos os lugares, acaba entrando sorrateiramente e ganhando espaço em nossas vidas e em nossos valores sem ao menos percebermos isso. A mídia impõe um padrão de ser que nos atrapalha (não raras as vezes) a viver nossa identidade de forma plena no Senhor. São propagandas, atores e atrizes, cantores, blogueiras, novelas, o mundo da moda, etc. que insistentemente querem ditar estereótipos: Só é bonito quem é assim, só tem estilo quem é assado. E muitos, por se sentirem tristes por quem realmente são (não correspondem ao ideário midiático), tentam desesperadamente se adequar a esses padrões. Mas entenda algo: seu corpo, seu cabelo e estilo não determinam quem você é.

No primeiro livro de Samuel é dito que Deus não vê como o homem vê, porque as pessoas olham a aparência, mas Deus o coração. Ele é o Deus que sonda o mais profundo do nosso ser, todos desejos, vontades mascaradas, pecados escondidos, sonhos que não contamos para ninguém… Ele conhece tudo isso e até aquilo que não sabemos sobre nós mesmos. E isso porque Ele é o Deus que planejou nossas vidas, teceu nossos corpos detalhadamente dentro do ventre materno. Quando tiver um tempinho lê o Salmo 139; é uma grande declaração do salmista sobre um amor íntimo e detalhista de Deus.  Mas, como vínhamos falando, se o mundo vê exteriormente , mas Deus vê o coração, é exatamente por isso que só Ele pode dizer quem somos.

E a primeira coisa que precisamos entender para saber qual é a nossa identidade:  Somos filhos de Deus.

“Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.”
João 1:12,13

“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: “Aba, Pai”. O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus.”
Romanos 8:14-16

Apesar de ouvirmos sempre por aí “[…] Afinal, também sou filho de Deus”, isso não se constitui exatamente em uma verdade. Ser filho é diferente de ser criatura. Somos adotados como filhos a partir do momento que recebemos Jesus como Senhor e Salvador, reconhecemos Seu sacrifício por nós, temos um coração totalmente convertido e passamos a viver guiados pelo Espírito. Isso é o que nos torna participantes da família de Deus como filhos. Todos são criaturas, mas nem todos são filhos.

Para compreender quem somos, é necessário saber quem somos em Cristo. E nEle fomos feitos filhos de Deus. Quando eu entendi que sou nova criatura em Cristo, que fui criada para a glória de Deus, tudo mudou. Minha perspectiva de mundo, meus propósitos, minhas vontades… Porque simplesmente não dá pra continuar vivendo uma vida “normal” após entender tudo isso. Porque essa realidade exige mudança de vida. Requer sacrifícios e renúncias, mas também nos proporciona uma vida com propósito, uma vida de salvo, uma vida extraordinária. E vida extraordinária não é fazer grandes coisas e sim, fazer aquilo que fui chamado pra fazer.

Saber sua identidade, portanto, passa por entender quem você é em Cristo e o que Ele quer que você faça aqui na terra. Nesse texto falamos um pouquinho sobre nossa identidade como filhos de Deus e para não ficar muito grande, no próximo texto vou falar sobre nossa função aqui na terra/chamado/propósito.

Espero que você volte para ler a continuação😉

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