O machado sem corte

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Até no momento da cruz, Satanás segurou um machado cruel sobre a cabeça dos homens. Todos temiam o machado da morte. O seu vislumbre sinistro humilhava a todos que o encaravam. Desde o maior até ao menor, todos evitavam o machado. O mistério de Satanás, a lâmina abrupta que privou o homem de viver e o aprisionou no desconhecido.

Por centenas de anos, os homens satisfizeram o machado, evitaram o machado, ignoraram o machado. Mas a sua lâmina afiada fez todo tipo de vítimas, implacavelmente, levando cada um para a tábua de cortar, estendendo sobre a raça humana uma execução da qual ninguém poderia escapar.

Até a cruz. Foi na cruz que o poder do machado foi dissolvido e a sua verdadeira fraqueza foi exposta. Com toda a força que Satanás poderia reunir e com toda a crueldade que poderia usar, ele trouxe o machado sobre o pescoço do filho de Deus. O sopro selvagem cercou toda a floresta da morte e ecoou por todo o universo.

“Eu fiz isso!”, disse Satanás. Sua figura rija se contorceu com as gargalhadas. “Eu destruí a vida”. O grito triunfante ecoou nas câmaras do inferno. E por um curto e temeroso momento, toda a humanidade ofegou.

Mas a Figura Divina não era pra ficar  presa. O seu corpo se levantou da morte, a sua cabeça continua intacta, a sua vida resistindo. Jesus fez com que o machado ficasse cego. Jesus zombou da ameaça do carrasco.

Voltando para Satanás, ele propôs a pergunta que cobriu o caminho para a imortalidade. “Onde está, oh morte, a tua vitória? onde está, oh morte, o teu aguilhão?”

Max Lucado

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