O tempo da adversidade

Olá pessoal que nos acompanha, hoje terei mais propriedade em falar “nós” porque finalmente a equipe do blog aumentou! na verdade está mais para dupla do que equipe, mas tudo bem, hehe. Há um tempo que meu coração nutre o desejo de ter colaboradores no QB e eu vinha orando e pensando sobre isso. Não é uma decisão tão fácil convidar alguém para compartilhar de Deus através das palavras como fazemos por aqui. Mas em um belo dia ela veio em meu coração e senti paz em chamá-la para colaborar com o Reino através do Quebrando Barreiras.

Nossa nova colaboradora é a Ana Paula Branco, ela tem 27 anos e mora no Rio de Janeiro. Nós nos conhecemos em um encontro de jovens de nossa denominação, mas nunca fomos próximas. No entanto (e graças a Deus) faz um bom tempo em que começamos a trocar figurinhas pelo messenger e eu fui percebendo como ela é uma mulher especial. Sinto-me muito feliz em poder dividir os textos com uma pessoa que tem buscado a Deus e tem cultivado o serviço ao Senhor. Creio que a Ana será canal de benção em nossas vidas!

Mas chega de falar, porque agora as palavras estarão com ela :

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E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Romanos 5. 3-5)

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Quando crianças, tínhamos a concepção de que nada poderia nos contrariar e de que tudo seria do jeito que idealizamos. Um exemplo? Se pedíamos aos nossos pais a boneca que acabou de ser lançada no mercado ou a bicicleta mais estimada entre os amigos, pensávamos que o nosso desejo seria atendido imediatamente, sem nos preocuparmos com o preço ou se os nossos pais tinham ou não condições para comprar tal presente. Tendíamos a achar que tudo seria sempre do nosso jeito. Ao ver que as coisas não funcionavam dessa maneira, não sabíamos lidar com o revés de não sermos atendidos. A nossa postura diante da contrariedade era a rebeldia, a falta de sabedoria e a inquietude.

Fazendo uma analogia entre o adulto e a criança, consigo ver algumas semelhanças. O adulto idealiza, planeja, projeta. O adulto não tende a achar que aquilo pelo qual ele almejou será um plano falido. Diante de um quadro onde as circuntâncias bloqueam os nossos planos, o adulto se vê preocupado, angustiado, impaciente e depredado. É nesta hora em que eu me deparo com o seguinte versículo: “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR” (Provérbios 16.1). Sendo assim, eu vejo como é importante a postura do cristão no tempo da adversidade. Um bom posicionamento diante de um cenário nublado e adverso é o que Deus espera dos seus servos. E é exatamente sobre isso que iremos conversar…

Acredito que muitos cristãos enxergam a dificuldade como um “castigo de Deus” ou algo do tipo. Acredito que em algum momento da minha vida eu também possa ter enxergado desta mesma forma. Afinal, sou pecadora, falha, totalmente dependente da misericórdia do Senhor, e é exatamente por esse motivo que esse Pai maravilhoso nos DISCIPLINA! Sim, Ele nos TRATA, e não nos castiga! Fui lá no livro de Hebreus capítulo 12, versículo 7 para que nos certifiquemos do quanto esse Deus zela por nós: “Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina. Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai?”.  Viram só? Passar por esse processo pessoal com Deus se torna uma oportunidade!

O problema é quando passamos por esse processo pessoal sem considerarmos a Soberania daquele que nos criou.Soberania nada mais é do que ter o controle absoluto sobre tudo e sobre todos. Por isso, manter uma postura de confiança nesse Deus Todo Poderoso independe de fatores externos. Esmorecer, abandonar e desesperançar são consequências de quem não entrega de fato as suas limitações aos pés de Jesus. Deus não quer que nos comportemos com rebeldia diante do problema, ele espera que CONFIEMOS nele de fato e de verdade. A partir daí, podemos considerar que a nossa postura em meio à tribulação deve refletir segurança e tranquilidade, pois está firmada no Senhor. O “saber passar” pelas provações produz conhecimento, discernimento, maturidade, paciência, esperança… Só esse Deus tão lindo como o nosso para prover tudo o que é de fato importante para uma vida em abundante graça. “Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração” (Romanos 12:12).

Deus nos encoraja a confiarmos os nossos cuidados e temores em Suas potentes mãos. O deserto é um momento oportuno para o nosso crescimento emocional e espiritual, ele é pertinente para que Deus nos molde conforme a Sua grandiosa vontade, pois o SENHOR quer que nos tornemos a cada dia mais parecidos com Jesus. Ele quer forjar o nosso caráter e desenvolver uma posição de plena confiança naquele que é suficientemente poderoso para providenciar tudo o que precisamos. Deus nos impulsiona a tomarmos a decisão de descansarmos em seus braços e mantermos uma posição segura e equilibrada em meio ao deserto, certos de que Ele converterá esse quadro sombrio em um oceano de bênçãos.

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2 comentários em “O tempo da adversidade

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